Linux Tech Hacks

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mais informação sobre a recompilação do Kernel Linux

 Bom, um dos meus primeiros artigos que escrevi em 23 de Agosto de 2010
, foi sobre a recompilção do Kernel 2.6.33.3 http://linuxt3chtips.blogspot.com/2010/08/recompilacao-do-kernel-26333.html. O ultimo paragrafo que escrevi que estava tendo prpoblemas com o meu dispositivo de CD/DVD que com o Kernel original, aparecia como "/dev/hdb", e quando recompilei Kernel novo, ele aparecia como "/dev/rtc0".
 Por que eu enfatizei tanto esse ponto se mesmo assim o dispositivo de CD/DVD está funcionando normalmente?
 Como gosto de usar Debian, ele precisa exatamente do dispositivo "/dev/hbd" se eu quizer utilizar o APT (Advenced Pakage Tool).

Recompilei o Kernel 2.6.35.9 para essa explicação:


 Uma boa dica para fazer funcionar corretamente, é fazer o seguinte:
  Quando configurar o Kernel novo, é que dentro da opção Device Driver, lá, trate bem a opção Real Time Clock como na foto:

 Uma pesquisa que fiz na net, é que manda selecionar a opção Charcter Device In Userpace Support  dentro de File Systems

  Agora sim, está funcionando normalmente.







 Mesmo com o /dev/hdb o dispositivo /dev/rtc0 ainda permanece e ele é necessário:








 Quero deixar outros links relacionados que postei no meu blog a respeito do kernel:

Novidades do kernel Linux

Linux está pronto para processadores de até 48 núcleos

gnu/linux e economia


Linha do tempo das distribuições linux

 Um bom link para acompanha a evolução sas distribuições Linux é o Gnu/Linux distro timeline que pode ser visto em:
http://futurist.se/gldt/
 Lá é possível ver tanto a arvore evolutiva em uma imagem seja em PNG ou SGV quanto ver distros que foram descontinuadas, a história do Unix entre outras coisas.
  Espero ser uma notícia interessante para quem quiser acompanhar.

Simulados LPIC-1 Provas 101 e 102

Meu blog não é virado para notícias, mas para esse eu tive que abrir uma exceção:

Quem está se preparando para se certificar LPIC-1 pode testar seus conhecimentos com dois simulados para as provas 117-101 e 117-102 com 60 questões cada.

Para acessar os simulados: www.centraldolinux.org/simulados/
Postada por: Daniel Oliveira, danieloliveira@NOSPAM.gmail.com


Correção de Falhas no bzip2

 Bom, como foi feito essa publicação no site under-linux, resolvi explicar como instalar a versão corrigida do bzip2. Segue o passo a passo no final desta noticia.

  Publicado em 24-09-2010 12:35
  Um erro encontrado na biblioteca livre de compactação libbzip2 pode ser perfeitamente explorado utilizando arquivos especialmente preparados para provocar um integer overflow. Como resultado, um acidente pode ocorrer dentro de aplicativos como o bzip2, que fazem uso da referida biblioteca, e em algumas circunstâncias, esse erro pode ser uma porta aberta para a injeção e execução de códigos.


A interação do usuário não é necessária para desencadear o problema em questãi. O virus scanner free ClamAV, por exemplo, utiliza o bzip2 do pacote libbz2 para digitalizar arquivos compactados. Em um gateway, o leitor verifica automaticamente todos os arquivos de passagem e, portanto, que estejam vulneráveis. Em decorrência disso, os desenvolvedores do ClamAV lançaram a versão 0.96.3 para corrigir o erro, e os desenvolvedores do bzip2 também lançaram uma versão corrigida, a 1.0.6, que está disponível em código-fonte para download. Alguns distribuidores Linux já começaram a fornecer pacotes atualizados, enfatizando que no mundo Linux, bzip2 tem sido a ferramenta de alta compactação considerada a mais rápida e assim, sendo a mais utilizada.


Saiba Mais:

[1] Bzip2: http://www.bzip.org/downloads.html
[2] Heise On-line: http://www.h-online.com/security/new...l-1082837.html

   O primeiro passo que quiz dar foi mostrar o com olhar a versão do bzip2 que você está utilizando. Há duas formas para isso, com o comando:
 bzip2 -v
  para mostra a versão ou
 bzip2 -l
 para mostrar a licença

 O resultado de ambos é o mesmo:


já que eu já baixei o fonte compactado em gzip, vou descompactá-lo com o comando
tar -xzvf bzip2-1.0.6.tar.gz


Depois de entrar no diretório depois de descompactado, se ler o READ, verá que a compilação e instalação é feita apenas com os comando "make" e "make install"
 O primeiro passo
make


depois disso, antes de instalar, pode-se realizar uma simulação de como será feito a instalação com o seguinte
make -n install



Não é necessário fazer isso, foi só para fazer uma demonstração de que é possível realizar isso.
Pode-se também determinar aonde vai ser instalado com o prefix. Vamos fazer então uso da simulação:
make -n install PREFIX=/bin



Próximo passo, instalá-lo:
make install


Bom, por fim pode-se ver com o primeiro comando a nova verção sendo utilizada:

bzip2 -l

 E é possível ver que a data da nova versão é de 06 de setembro de 2010.

Novidades do kernel Linux

Introdução

Quando as novas versões do GNOME, KDE ou Xfce saem, os linuxers ávidos por novidades não deixam de conferir as surpresas que irão encontrar! OpenOffice.org, Firefox, GIMP e Inkscape, entre outros interessantes softwares, também não ficam atrás. O que falar então, dos novos recursos do Ubuntu que ainda serão lançados (bem como outras distribuições importantes)? No entanto, poucos dão a devida importância para as melhorias proporcionadas ao kernel Linux, o coração do nosso amado sistema operacional! Acaso, os leitores saberiam me dizer quais são as novidades mais importantes nos changelogs das últimas versões do kernel?
Linux Torvalds [quando mais jovem]...
Aos novatos e iniciantes, já devem saber que o Linux não é um sistema operacional tal como o Windows, mas apenas o seu núcleo (também chamado de cerne), o qual é o responsável por gerenciar todos os recursos computacionais (hardware) do sistema. Dada a necessidade de compartilhar recursos com os mais diferentes aplicativos disponíveis, o kernel Linux deverá prover uma íntima relação com estes dispositivos, o que é obtido através do desenvolvimento de instruções apropriadas no próprio kernel (embutido) ou em seus módulos (que fazem o papel equivalente aos drivers no Windows). E para tornar este cenário mais complexo, há uma variedade gigantes de dispositivos de hardware disponíveis, bem como plataformas distintas para diversificadas aplicações. Por isto, todas as inovações trazidas com os mais recentes releases do kernel, trazem profundas mudanças na interação de aplicativos e sistemas com o hardware. Eis então, o principal foco deste artigo: fazer uma breve análise das novidades mais impactantes dos últimos releases do kernel Linux, para a vida dos linuxers!
Nota: até o fechamento deste artigo, o kernel 2.6.36 estava prestes a ser lançado. Portanto, no ato de sua publicação, será bem provável que o novo kernel já esteja disponível em suas distribuições favoritas. Para obterem maiores informações, não deixem de consultar o distribuidor oficial do kernel, além dos sites e blogs especializados no assunto.
O atual release (2.6.35) não trouxe tantos aprimoramentos; mas, as novidades mais interessantes para o usuário final, pairam sobre os produtos da AMD: há o suporte oficial ao modo Turbo Core para as CPUs hexa-core Phenom II, além de garantir o suporte ao gerenciamento de energia e a capacidade de decodificação de vídeos no formato H.264 para as GPUs Radeon. Enquanto isso, aos poucos vai amadurecendo o suporte ao sistema de arquivos Btrfs, corrigindo problemas de desempenho (Direct I/O) e falhas de processamento em situações onde o espaço em disco disponível é totalmente ocupado (ENOSPC). Por fim, os engenheiros do Google fazem a sua aparição, oferecendo uma série de novos recursos para o processamento em rede, mas que pouco interessa aos ávidos linuxers que amam os seus desktops!
Phenom II X6: se não pode rivalizar com o Intel Core i7 em desempenho, ao menos garantirá alto processamento mais em conta para os linuxers.
Já o kernel 2.6.34 trouxe outras novidades interessantes, como a implementação do novo sistema de arquivos ext4. Embora a adoção de novos sistemas de arquivos seja um assunto polêmico entre os administradores de sistema, este será um dos poucos recursos que ficará em evidência entre os entusiastas, já que os usuários geralmente se interessam por novidades "que possam interagir": se tais recursos não oferecerem um ganho de performance perceptível, uma interface de interação diferenciada ou uma solução definitiva para um problema incômodo, eles certamente ficarão relegados ao esquecimento. Entre outras novidades importantes que merecem destaque a alternância entre GPUs com o nVidia Optimus (requer atualização do servidor X.org), a melhor performance para a alternância de estados em sistemas de gerenciamento de energia, os drivers especiais para a otimizar o desempenho da virtualização (KVM e VMWare); entre outras...
nVidia Optimus: a solução da nVidia para obter alto desempenho em processamento gráfico ou não, através de IGPs GeForce e Intel GMA.
Antes disso, o kernel 2.6.33 trouxe a inclusão dos drivers Noveau, para a árvore staging (dada ainda a sua imaturidade). Embora não traga a tão sonhada aceleração 3D nativa para o sistema, o Noveau se encontra em um estágio de desenvolvimento com concepções bem mais avançadas que o antigo nv, com possibilidades de oferecer mais recursos gráficos e uma melhor integração geral ao sistema. Já em sistemas de armazenamento, foi feita a adição do suporte ao ATA TRIM, tecnologia que garante o aumento da vida útil destas unidades, beneficiando assim muitos dispositivos móveis como tablets e netbooks. Por fim, entra em cena o suporte a interfaces de redes, onde alguns drivers importantes - iwlwifi, rt2800pci e iwmc3200to - foram inclusos para suportar os novos dispositivos.
Graças ao suporte ao ATA TRIM, os SSDs usados terão maior vida útil.
Para o kernel 2.6.32, o suporte ao ACPI 4.0 é o carro-chefe das novidades, pois se trata do mais recente e avançado sistema de gerenciamento de energia da atualidade. Ou seja: na data de lançamento deste kernel, nenhum outro sistema operacional suportava oficialmente estas especificações, até então! Nos tempos atuais, onde a eficiência energética é um parâmetro fundamental para a escolha de produtos e serviços, qualquer tecnologia ou recurso que visa a melhor relação performance/consumo, estará em alta tanto com os consumidores quanto com os empreendedores. Além desta importante novidade, desde o kernel anterior já possuía uma infraestrutura montada para promover a eficiência energética como um todo.
ACPI: graças à esta tecnologia, computadores do mundo inteiro economizam um valor imensurável em energia elétrica!
Por fim, o kernel 2.6.31 trouxe como destaque, o suporte ao novíssimo barramento USB 3.0. Não acham o USB 3.0 tão novo assim? Têm razão; no entanto, devem levar em conta que este release foi lançado em setembro de 2009, uma época que as placas-mãe recém-lançadas mal cogitavam oferecer suporte ao padrão USB 3.0 em seus projetos! Tal como viria a acontecer posteriormente com o ACPI, o kernel Linux também chegou à frente dos demais sistemas, sendo o primeiro a oferecer suporte ao padrão USB 3.0. Enquanto isso, os antigos chips ATI Radeon - do R1XX ao R5XX - (até a série X1950) passaram a ser suportados pelo modo Kernel Mode Setting, o que facilita a vida dos usuários na configuração de suas placas de vídeo, bem como melhora sensivelmente o seu desempenho geral: ao invés do servidor X.org, será o kernel Linux que estará gerenciado destes dispositivos! ;-)
USB 3.0: através do kernel 2.6.31, o Tux sai na frente, sendo primeiro sistema operacional a suportar o padrão!
Só para se ter uma ideia das imensas possibilidades do kernel Linux em diferentes plataformas, sugiro a leitura do artigo "O kernel Linux e as suas 1001 utilidades".
Eita, quantas novidades, heim! Se está surpresos com tantos novos recursos, então prepare-se para mais esta: como disse no início deste artigo, apenas descrevi as novidades mais impactantes para o usuário final. No geral, a cada novo release do kernel Linux, muitas melhorias são implementadas para as mais diversas áreas. Em sistemas dedicados para altíssima capacidade de processamento, bem como mainframes e servidores de redes especializados, assim como muitos outros dispositivos diversificados, recebem a devida atenção do kernel Linux. Afinal de contas, estamos falando de um sistema multiplataforma! &;-D
Por Ednei Pacheco

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